Quero sentir o toque.
Toque esse que vem da ponta macia dos teus dedos,
encostando
e escorregando pelo descida que segue as minhas ancas.
Quero que tua língua percorra o caminho
da minha lombar,
bem de-va-gar.
Quero teu cabelo roce a minha nuca.
quero que sussurre absurdos nos meus ouvidos,
absurdos que soem baixos,
mas que sejam claros.
E nesse mesmo tempo,
morro derretida
quando você retira
o cabelo que fica no meu rosto,
e de alguma maneira,
o prende e torce,
até que ele toma forma
dentro da tua mão firme.
Quero que minha respiração
se confunda com a tua,
e que nossos corpos,
apreendidos pela gravidade
se juntem
se acariciem
se percam
e permaneçam
ali,
molhados
em repouso.
domingo, 25 de maio de 2014
quinta-feira, 1 de maio de 2014
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