domingo, 11 de setembro de 2011

Postado por Marcella às 16:40 0 comentários
Conquistar o céu
Ver o sol em outro planeta
Decifrar a natureza
A fonte do segredo está dentro de nós...
O homem busca há tanto tempo o sopro do vento, o passo maior
Se o caminho atrás da ciência perdeu a inocência, gastou seu suor
Sonhou...com o céu...
Conquistar o sol em outro planeta
Ver o céu
Se sentir um grão de areia
Nas diferenças tão iguais
Desper.(tar) para confrontar
Conceitos que nunca vão mudar
Enquanto sobem no concreto e as luzes para confundir
O galo canta...

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

A estupidez da vida alheia

Postado por Marcella às 20:05 0 comentários
Sabe aquela frase: ''A grama do vizinho é sempre mais verde''? Pois então, quem a inventou era um indivíduo que não tinha o que fazer, sua função apenas era observar a vida alheia dos outros viventes à sua volta. Isso me faz lembrar das situações que eu vejo todos os dias (não tem um dia de folga). Entre ruas e espaços, conversas de gente estúpida desocupada com pensamento de menor valor. É como ter um sistema nervoso central e dentro dele suas funções vitais não funcionam.Qual seria o prazer destas pessoas ao se interessarem tanto pela vida dos outros? Sei lá, se isso pelo menos acrescentasse algo de bom, construtivo,até tentaria entender. Mas não. É perca de tempo e pensamento. É muito lindo então: futricar a vida dos outros e sentir-se incomodado com o fato delas prosperarem não é?
Quanta hipocrisia. A falta de não ter o que fazer. A falta de bem estar. A falta de felicidade. A falta de vergonha na cara. E o interesse sempre aumentando. Isso faz cada vez mais com que as pessoas deixem de prestar atenção em si próprias e desabem a comentar sobre a vida dos outros.Além de arrumar defeitos e efeitos. E o pior de tudo: o mundo hoje faz com que esse tipo de situação aumente. Mas o que importa, é o que você faz e fala para se sentir bem, pronto e acabou. Toca o foda-se nessa galera.

sábado, 20 de agosto de 2011

Velha roupa colorida

Postado por Marcella às 00:36 0 comentários
No presente, a mente, o corpo é diferente.E o passado é uma roupa que não nos serve mais.

domingo, 14 de agosto de 2011

Você se dá conta?

Postado por Marcella às 00:02 0 comentários
Você se dá conta - de que tem o rosto mais bonito?
Você se dá conta - estamos flutuando no espaço?
Você se dá conta -de que a felicidade te faz chorar?
Você se dá conta - de que todo mundo que você conhece morrerá um dia?
E ao invés de ficar dizendo adeus, deixe-os saberem
que você se dá conta de que a vida é curta
E que é difícil fazer as coisas boas durarem
Você se dá conta de que o sol não se põe
É só uma ilusão causada pelas voltas do mundo
(...)
 
* Música da banda The Flaming Lips, conhecida ou não, por seus arranjos psicodélicos, letras viajantes (como essa) e títulos de músicas bizzaros.*

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

while we wait

Postado por Marcella às 22:41 1 comentários
Isto parece certo
Isto parece errado
Isto parece com quando você o tem, e depois se foi
Eu quero mais
Mais e mais
E se você roubar o fogo
Me dê um pouco
Porque o sol
Desobedece enquanto espera por um amigo chegar do passado
O que nos segura em volta, e em volta
Enquanto esperamos
(...)

talvez eu seja uma sonhadora...

Postado por Marcella às 22:29 0 comentários
Imagine então, se não existesse paraíso, nem inferno. Apenas o céu acima de nós. Imagine todas as pessoas vivendo apenas para o hoje. Imagine não ter nada, nenhuma religião também. Talvez você pense que eu seja uma sonhadora, mas não sou a única a pensar assim. Imagine se não existisse posses, necessidades e fome. Uma irmandade humana.Talvez você pense que eu seja uma sonhadora, mas não sou a única a pensar assim. Somente imagine se todas as pessoas, compartilhassem o mesmo mundo.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Mantem-te original

Postado por Marcella às 22:14 0 comentários
      "Mantêm-te fiel aos teus valores e ri-te desprezadamente dos 'pobres de espírito' que por estupidez e ignorância não 'vêem' para lá do seu umbigo." - Luis Salgueiro

terça-feira, 2 de agosto de 2011

você...

Postado por Marcella às 14:38 0 comentários
 Já parou para pensar quantas pessoas venham e vão, deixam um pouco delas e carregam um pouco de nós? Já se perguntou o que você sabia dela e descobriu que não sabia nada?
Não sabemos ao certo onde a estrada da mesma vai fazer parte do nosso caminho. Não sabemos para onde vai e por qual motivo veio. Será um atalho. Ou um desvio. Um passo em falso. Um prato fundo.
Questione: Qual é a parte da tua estrada no meu caminho? 
Muita coisa passa, assim como se explica. Muita coisa chega sem dar aviso e não é preciso saber mais de nada.

domingo, 31 de julho de 2011

La mar

Postado por Marcella às 13:03 0 comentários
 ''Só o amor pode ser tanto céu e inferno.
Então fortaleça seu coração,
para a estrada que é longa à frente''.

sábado, 30 de julho de 2011

Conhece e faz-te sentir

Postado por Marcella às 20:15 0 comentários
Caderno.
Uma colher de receio e quatro copos de loucura.
São os ingredientes de que preciso para uma reciclagem de espírito.
Sim, não se trata de uma lustração, mas pode lá chegar.
Tenho 5 dias. 5 dias para curar da fadiga psicológica, da agitação rotineira, do ruído já acostumado, das pessoas repetidas.
Eu sei. Sei que não vou longe, sei que não me vou apagar tanto quanto quero. Não vou ter saudades.
Medo do quê? Só se for de mim mesma. Preciso de mim. Não me esqueço dos que também carecem.
Não vou sozinha. Apenas não tenho a companhia das pessoas que já conheço, não tenho tema de conversa com o vizinho do lado, não conheço os lugares, os cheiros, as vozes.
- Experimenta! Agarra na tua mochila e mete-te num comboio para o mais remoto que te for possível de momento. Não quero que te tornes igual, Marcella.
Não quero que vás para onde toda a gente vai ou faças o que toda a gente faz.
Falou-me ele.
Para onde vais? – Não sei.
Por que tenho de ter tal sapiência? Não sei com quem vou estar.
Aliás, porque é que interrogo sempre “porquê” e não me limito apenas a responder?
Não é preciso algo estar mal para alguém ir embora (mais não seja 5 dias).

Não é preciso estar-se cheio para se fugir.
Não é preciso não gostar para não se ter saudades.
És livre!
Trata-se apenas disso: liberdade.
Liberdade e umas pingas de sangue frio (bem me parecia que me falhava alguma coisa).
Não é preciso ser-se louco para se cometer loucuras.
Os loucos só existem porque existe um descomunal grupo de pessoas que decidiram ser iguais, ou que foram débeis para se conseguirem manter únicas.
Os loucos apenas são o que sempre foram.
Por favor, peço-te, vai! Conhece e conhece-te. Respira uma vez na vida. Toca.
Por favor, sente e faz-te sentir.

Reação em cadeia

Postado por Marcella às 20:03 0 comentários
Sentada na areia, com areia à frente e areia no sangue.
Uma vez, num texto escrito por Nuno Lobito, li que somos “escravos da nossa própria existência”. Na altura, som todo o meu ceticismo, achei a frase totalmente verdadeira.
No entanto, depois de pensar um pouco mais no assunto, depois de deixar a frase entrar-me como sal, cheguei à conclusão de que não era assim tão verídica.
Nós não somos escravos da nossa existência, nós não somos, logo à partida, servos.
Somos nós que decidimos o que somos, ou pelo menos, pelo que queremos lutar para ser.
Por mais que a sociedade se encarregue em tornar esta reflexão numa utopia, existem outros pequenos momentos que estão ao nosso total alcance e a tornam autêntica.
Atiram-nos à focinheira todos os dias que vivemos num mundo injusto, que por mais que façamos nada nos irá levar a lado nenhum.
Desaguam notícias de que a vida está (ainda mais) difícil, que existem problemas sem solução acessível, exemplos de vidas que perderam o brilho e nos cortam nos sonhos.
Dizem-me (dizem-nos) que as multidões de jovens esperançosos que existem e têm o espírito de mudança, não têm impacto nenhum.
Talvez ainda não tenham porque os ‘adultos’ sábios e experientes perdem essa alma, esquecem-se dessa inteligência, perdem-na, embora concordem e a sua vontade seja comum. Não agem.

Já interiorizaram o fato de serem “escravos da sua própria existência”.
Claro, sim claro, falo de uma forma generalizada, tal como anteposta a frase.
Resta-nos esperar que essa massa de jovens se torne adulta e acreditar que irá ter a força necessária para não se banalizar?
Ou será que podíamos começar desde já a mudar, a libertar-nos dessas tais cadeias hipotéticas?
Convido-vos a saírem, pisarem a areia, a terra, a água…
Convido-vos a sentirem o ar, a chuva e o sol. Convido-vos a abrirem os braços à natureza e à existência, a deixarem que o corpo sonhe por um bocadinho, a fecharem os olhos, a ouvirem, e principalmente… a serem o que outrora foram.
Convido-vos a porem de lado a vingança nos outros tantos iguais a vocês, os outros que também foram injustiçados e se iram querer vingar.
Convido-vos a darem o vosso melhor, a darem sem esperar sempre receber.
Peço-vos que dêm um modelo a seguir, que ajudem e aceitem ser ajudados.
É errado desistir do difícil, cruzar os tentáculos e esperar que os próximos façam por nós.
Deixem o: “no meu tempo…”
Cada um escolhe o seu caminho, cada um decide pelo que lutar, decide no que acreditar, decide se irá ser fraco ou forte, se será escravo ou pioneiro.
Uma coisa é certa, ninguém é de ninguém e o melhor que a vida nos tem para oferecer somos nós mesmos.
Comecem por tentar tornar o mundo num lugar melhor para viver, mesmo que por agora, seja apenas o vosso mundo e o das pessoas que vos rodeiam.
Acreditem na reação em cadeia.
Ela existe, garanto-vos!

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Contradições de um mundo ''moderno''

Postado por Marcella às 19:03 0 comentários
O Brasil e o mundo têm assistido a inúmeros desastres ambientais nos últimos meses.Na verdade, há algum tempo, a saúde da natureza preocupa o Planeta Terra, que depende dela para sobreviver.Vez por outra, são noticiados casos de mortes de animais, derretimento de geleiras e focos de incêndios nas matas.
     O que fazer para conter esses fenômenos inexplicáveis? Ou serão explicavéis? Sim. O homem abandonou o que tem de mais precioso, que são a fauna, a flora, os mananciais, para viver de virtualidades, comprometendo a Terra com os gases poluentes que as indústrias emitem sob o pretexto do progresso. Progredir significa andar para frente, avançar, criar meios de sustenção sem agredir o habitát. Isso não está sendo feito atualmente, é uma verdadeira contradição.
    Enquanto o homem procura conforto agindo de maneira impensada, a natureza responde e o mundo padece. Não acontecem por acaso, por exemplo, os incêndios nas matas de vários países. Na verdade, o superaquecimento provacado pelo efeito estufa acaba por contribuir para que o equilíbrio ambiental esteja completamente ameaçado, o que, numa espécie de ''dominó'', acaba atingindo os seres humanos, ou seja, o efeito colateral é sempre bem maior. Precisamos mudar a nossa mentalidade enquanto ainda resta esperança. Mas o discurso só passa a ter sentido com a prática efetiva, com a consciência cidadã. Colocar lixo nas ruas é uma coisa que já poderia deixar de acontecer, mas essa mudança precisa partir de nós, com ações concretas e com o pensamento de que no futuro nossos descendentes poderão não sobreviver às bobagens que estamos cometendo agora. Assim, esperamos que, pelo menos, diminua a ''ferida'' que cresce assustadoramente em nosso ecossistema, pois isso é o que mais se opõe à palavra ''progresso''.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Te acho tão bonito

Postado por Marcella às 14:37 0 comentários
Quando acende esse cigarro
Eu vou e tiro sarro
Deixando o colo teu
Traga e sopra pr'outro canto
Virando o rosto tanto
Giro qu'o charme deu
Mas, no fundo, eu admito
Olhando assim de lado
Eu... te acho tão bonito
Quando eu conto d'um sujeito
Cê logo encolhe o peito
Supondo uma intenção
Acha qu'eu queria ter
Um homem de tevê
Que veste a perfeição
Se pedir eu ainda grito
Até d'olhos fechados
Eu... te acho mais bonito!

domingo, 17 de julho de 2011

Leminski

Postado por Marcella às 21:31 0 comentários
Fiquei em dúvida qual dos poemas postava. Vai os dois então.

eu                                                                                        
tão isósceles
você
ângulo
hipóteses
sobre meu tesão

teses
sínteses
antíteses
vê bem onde pises
pode ser meu coração.
"Amor, então
também, acaba?
Não, que eu saiba.
O que eu sei
é que se transforma
numa matéria-prima
que a vida se encarrega
de transformar em raiva.
Ou em rima."
                                                                     

Plante a semente

Postado por Marcella às 21:03 0 comentários
Uma existência sem sonhos é uma semente sem solo, uma planta sem nutrientes. Os sonhos não determinam que tipo de árvore você será, mas dão forças para entender que não há crescimento sem tempestades, períodos de dificuldades e incompreensão. Brinquem mais, sorriam mais, imaginem mais.Sem terra a semente não germina.

sábado, 16 de julho de 2011

Não houve título

Postado por Marcella às 01:38 0 comentários
 'E' e 'Se' são duas palavras tão inofensivas quanto qualquer palavra. Mas coloque-as juntas, lado a lado, e elas têm o poder de assombrá-la pelo resto de sua vida.
'E se?'... E se? E se?

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Empatia: uma atividade cotidiana

Postado por Marcella às 20:52 0 comentários
 Na minha vista, quando falta empatia não rola, nada vai para frente. A empatia tem uma força potencial no universo da interação. Parece exagero falando assim né? Mas ela é capaz de ler e sentir o momento, o estado, os desejos de alguém e agir no melhor do ''mútuo''. É algo natural do ser humano, se você não exerce, por favor: reconheça que você deve ser uma pessoa muito apática e chata pra caralho.A palavra empatia origina-se do termo grego empátheia, que significa entrar no sentimento. A primeira condição para sermos empáticos é sermos receptivos aos outros e simultaneamente à nossa totalidade interior. Isto significa estar disposto a conhecer tanto os outros como a si mesmo. A empatia nos ajuda a nos libertar dos nossos padrões rígidos e repetitivos (será que tem uma galera afim de ter essa liberdade?). A realização dessa atividade nos faz ficar interessado pelo existência e destino da outra pessoa, não falo da aproximação por interesse pessoal, curiosidade, poder e etc; mas sim por um contato mais direto e espontâneo, aonde possamos nos conhecer e reconhecer as diferenças e os pontos que nos unem. Formar parcerias torna-nos cada vez mais empáticos, pois estreitar nossos relacionamentos ajuda-nos a nos desapegarmos da visão autocentrada que gera ansiedade e solidão. Quem sempre fala e faz o que quer, sem se importar com o que o outro vai sentir ou pensar está longe de praticar a empatia (nós sabemos que não é assim: eu quero, é isso, vou lá e tome). Ser empático é saber se colocar no lugar do outro. A partir desta perspectiva, podemos escolher afirmar nosso desejo ou abandoná-lo, de acordo com as necessidades do momento.E você, já parou para pensar de que lado está?


Guarde:''Felizes são aqueles que não veem fronteiras para se expressar.''

Ter aquela loucura...

Postado por Marcella às 01:40 0 comentários
 É como dizia Jack Kerouac:'' Porque as pessoas loucas o bastante para acreditar que podem mudar o mundo, são as que o mudam." Realmente isso é verdade. Hoje em dia as pessoas precisam mais de uma insanidade.De um desajuste, uma rebeldia.Precisa-se de olhos que enxerguem diferente da futilidade que se encontra por aí. Não se precisa de regras, é bom quando encontramos o errado e no final podemos consertar. Não vamos respeitar o status, vamos citar a loucura e lembrar daqueles que fazem a mudança e empurram a raça humana para frente. E enquanto alguns veem os loucos, como algo nocivo, eu os vejo com geniais. Sabe por quê? Porque pessoas loucas são loucas pra viver, loucas para falar, loucas para serem salvas, desejosas de tudo ao mesmo tempo e que nunca bocejam e falam coisas corriqueiras. Vivem queimando como fogos de artifícios fabulosos.Nesse exato momento precisamos de seres loucos. Ei você aí que está lendo sentado, deitado, enfim... seja uma pessoa louca.
 

''Traduzir uma parte na outra parte" Copyright © 2012 Design by Antonia Sundrani Vinte e poucos