O Brasil e o mundo têm assistido a inúmeros desastres ambientais nos últimos meses.Na verdade, há algum tempo, a saúde da natureza preocupa o Planeta Terra, que depende dela para sobreviver.Vez por outra, são noticiados casos de mortes de animais, derretimento de geleiras e focos de incêndios nas matas.
O que fazer para conter esses fenômenos inexplicáveis? Ou serão explicavéis? Sim. O homem abandonou o que tem de mais precioso, que são a fauna, a flora, os mananciais, para viver de virtualidades, comprometendo a Terra com os gases poluentes que as indústrias emitem sob o pretexto do progresso. Progredir significa andar para frente, avançar, criar meios de sustenção sem agredir o habitát. Isso não está sendo feito atualmente, é uma verdadeira contradição.
O que fazer para conter esses fenômenos inexplicáveis? Ou serão explicavéis? Sim. O homem abandonou o que tem de mais precioso, que são a fauna, a flora, os mananciais, para viver de virtualidades, comprometendo a Terra com os gases poluentes que as indústrias emitem sob o pretexto do progresso. Progredir significa andar para frente, avançar, criar meios de sustenção sem agredir o habitát. Isso não está sendo feito atualmente, é uma verdadeira contradição.
Enquanto o homem procura conforto agindo de maneira impensada, a natureza responde e o mundo padece. Não acontecem por acaso, por exemplo, os incêndios nas matas de vários países. Na verdade, o superaquecimento provacado pelo efeito estufa acaba por contribuir para que o equilíbrio ambiental esteja completamente ameaçado, o que, numa espécie de ''dominó'', acaba atingindo os seres humanos, ou seja, o efeito colateral é sempre bem maior. Precisamos mudar a nossa mentalidade enquanto ainda resta esperança. Mas o discurso só passa a ter sentido com a prática efetiva, com a consciência cidadã. Colocar lixo nas ruas é uma coisa que já poderia deixar de acontecer, mas essa mudança precisa partir de nós, com ações concretas e com o pensamento de que no futuro nossos descendentes poderão não sobreviver às bobagens que estamos cometendo agora. Assim, esperamos que, pelo menos, diminua a ''ferida'' que cresce assustadoramente em nosso ecossistema, pois isso é o que mais se opõe à palavra ''progresso''.


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