Ele deitou-se no sofá e através de sua janela observou a luz
do poste que iluminava sua rua, pôs-se a lembrar dos seus amores. Ah, meras
bobagens! Pensava que todos iriam durar. Pensava nos planos feitos, nos
programas aos fins de semana, nas noites de amor e até em um futuro promissor,
como carros na garagem e nome dos filhos.
Riu então. Caçoou de si mesmo ao lembrar uma escada na esquina, onde seus
encontros aconteciam e a partir daquele lugar um amor brotaria. Todos podiam
presenciar, mas os encontros passaram a ser mais sérios e foram direcionados
para o portão de uma nova casa. E depois uma sala, e aí... Um quarto. Meses
concretizaram tal amor, mas ele tem um defeito. Simplesmente abusa. Abusa da
rotina, do beijo, da conversa, do sexo. Abusou do amor que era lhe dado. Partiu...
Ele sempre pensava que por toda sua vida o caminho até a sua amada seria o
mesmo, mas ele mesmo não esperava a própria surpresa da vontade dos seus
sentimentos. Partiu. Apaixonou-se por outra. E pensou que seria diferente, mas
não foi. Durou mais, ‘’em compensação’’, nada mudou. Divertiam-se juntos,
gostavam da companhia um do outro, discutiam, mas ela estava sempre disposta a
resolver e se amarem mais uma vez. Eles não tinham lá tantas coisas em comuns,
mas pensavam em se completar.
Que nada... Ele não sabia que defeito tinha, nem estava disposto a tentar descobrir. Então mudou. Mudou de vida, de casa, de amigos, até de cidade. Disse adeus à todas ex-namoradas em ruínas.
Deitando em inúmeras camas incertas, parceiras e noites de sexo em busca somente de prazer. Realmente, o prazer ficou para trás, mas não faltavam oportunidades. Sempre aparecia alguma louca de um tempo a trás cheia de saudade. Ele lembrou que uma de suas namoradas ao término do namoro o amaldiçoou (ele considerou como uma maldição), ela disse: ''Um dia você vai passar por todo este sofrimento que me causou''. A consciência pesou. Continuou levando a vida, mas em qualquer dia comum resolveu sair, como de costume, sempre ao mesmo lugar. Avistou-a. Ficou enlouquecido, queria conhecê-la. Namorá-la e imaginar aquela linda menina que o deixava quase sem fôlego. Inventou algumas mentiras, conheceu-a e conseguiu. Supimpa! Ficaram... Ficaram... e por fim, o feitiço virou contra o feiticeiro. Ele estava perdidamente apaixonado e eu falo apaixonado de verdade, bastante diferente de tudo que tinha sentido por outras mulheres. A tal era completamente diferente, tinha um ar de conquistadora, um papo irresistível, bem vivida em tudo, principalmente em se falando de sexo, inteligente, enfim. Ela era tudo o que ele sempre achou interessante, mas sentia-se inseguro em frente de uma garota deste ‘’porte’’. Uma garota deste tipo não vai querer firmar algum tipo de relacionamento sério. Só um relacionamento aberto e olhe lá onde ela se diverte como sempre gosta de fazer. Desgostosa realidade. Enfim. Hoje, estão juntos. Mas ele sofre com a desconfiança e a incerteza; jura de pés juntos que ela não é de palavra feita, sua mudança é duvidosa; o amor supostamente oferecido não é de um homem só. É bem indefinido e o faz jazer de amor.
Que nada... Ele não sabia que defeito tinha, nem estava disposto a tentar descobrir. Então mudou. Mudou de vida, de casa, de amigos, até de cidade. Disse adeus à todas ex-namoradas em ruínas.
Deitando em inúmeras camas incertas, parceiras e noites de sexo em busca somente de prazer. Realmente, o prazer ficou para trás, mas não faltavam oportunidades. Sempre aparecia alguma louca de um tempo a trás cheia de saudade. Ele lembrou que uma de suas namoradas ao término do namoro o amaldiçoou (ele considerou como uma maldição), ela disse: ''Um dia você vai passar por todo este sofrimento que me causou''. A consciência pesou. Continuou levando a vida, mas em qualquer dia comum resolveu sair, como de costume, sempre ao mesmo lugar. Avistou-a. Ficou enlouquecido, queria conhecê-la. Namorá-la e imaginar aquela linda menina que o deixava quase sem fôlego. Inventou algumas mentiras, conheceu-a e conseguiu. Supimpa! Ficaram... Ficaram... e por fim, o feitiço virou contra o feiticeiro. Ele estava perdidamente apaixonado e eu falo apaixonado de verdade, bastante diferente de tudo que tinha sentido por outras mulheres. A tal era completamente diferente, tinha um ar de conquistadora, um papo irresistível, bem vivida em tudo, principalmente em se falando de sexo, inteligente, enfim. Ela era tudo o que ele sempre achou interessante, mas sentia-se inseguro em frente de uma garota deste ‘’porte’’. Uma garota deste tipo não vai querer firmar algum tipo de relacionamento sério. Só um relacionamento aberto e olhe lá onde ela se diverte como sempre gosta de fazer. Desgostosa realidade. Enfim. Hoje, estão juntos. Mas ele sofre com a desconfiança e a incerteza; jura de pés juntos que ela não é de palavra feita, sua mudança é duvidosa; o amor supostamente oferecido não é de um homem só. É bem indefinido e o faz jazer de amor.

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