Das coisas que sonhei, tive ou quis
Nada foi tão (in)útil quanto te convencer
Que eu era a salvação dos teus dias, enfim.
Dos nãos, sins e talvez
Nada foi tão dolorido e inesperado
Quanto a dor que me provocaste
Dos sumiços, aparições e dúvidas
Nada foi tão intragável e sofrível
Quanto a tua negação de culpa
Das partidas, chegadas e adeuses
Nada é tão insuportável e temível
Quanto a tua ausência permanente.
Meus pêsames.
segunda-feira, 21 de abril de 2014
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